Educação Inclusiva para que te quero? Por uma escola que inclui e não apenas insere

1  INTRODUÇÃO

Assim que me graduei em Pedagogia, Tive a oportunidade de trabalhar em uma escola de minha cidade, com uma turma do quarto ano do ensino fundamental, multisseriada, com vinte seis alunos, sendo um deles portador de necessidades educativas especiais, o qual eu auxiliaria. Tamanha não foi minha surpresa ao perceber que este aluno ficava sentado no fundo da sala sem participar de nenhuma atividade. Como um ser quase invisível que “não aprendia”, “não se importava com nada”, que era “agressivo”, “indisciplinado” e que recebia constantemente, esses e todos outros adjetivos pejorativos possíveis. Algo dentro de mim não acreditava em nada disso, não era possível que todas as teorias sobre educação inclusiva aprendidas na faculdade fossem falsas. Então, iniciei juntamente com a professora regente, um trabalho que visou resgatar a autoestima desse aluno, partindo daí para o aprendizado e a socialização do mesmo. Buscamos atividades conjuntas e individuais, inserindo-o não só em sala, mas em todo o espaço escolar. Ao final pudemos perceber o quanto valeu a pena. Ele começou a ler, a interagir com os colegas, a tomar gosto pelo aprendizado, parecia outro. Bem mais motivado e feliz. Mas no ano seguinte não consegui pegar contrato nessa mesma escola, sendo direcionada para outra, a professora que estava engajada comigo neste trabalho também acabou sendo encaminhada para outro espaço educacional.  E mais tarde, fiquei sabendo por terceiros, que ele havia regredido, voltara a ficar agressivo, falava pouco, não queria saber de aprender e infelizmente acabou se revertendo ao fundo de uma sala, sem voz nem vez.  Isso me fez refletir muito sobre o tema inclusão e me fez questionar sobre até que ponto o sistema de ensino está preparado para incluir. A maioria das escolas tem recebido alunos com necessidades educativas especiais com o “pretexto” de inclusão, mas o que fazem é apenas inseri-los e mais nada.

Diante deste e de muitos outros fatos recorrentes, o presente artigo busca uma reflexão sobre o assunto inclusão escolar e inserção de alunos com necessidades educativas especiais neste espaço, levando em consideração os estudos de MOANTOAN (2013) que serão tomados aqui como princípios norteadores para prática docente.

 

 

2  CONCEPÇOES DE DEFICIENCIA

Desde os tempos mais remotos, o portador de deficiência é visto como alguém incapaz e improdutivo. Na Grécia antiga, valores como, vigor, beleza, e capacidade física eram imprescindíveis para a sobrevivência humana. Havia nesta época a concepção de que o homem precisava produzir e contribuir para a agricultura e para guerra. Como a sociedade era estruturada para preparar pessoas fortes e guerreiras a visão geral da deficiência era contrária à sobrevivência humana, visto que, para sobreviver era preciso ser belo e bom.

Conforme pensavam os gregos, os paradigmas podem ser definidos como modelos, exemplos abstratos que se materializam de modo imperfeito no mundo concreto. Podem também ser entendidos, segundo uma concepção moderna, como um conjunto de regras, normas, crenças, valores, princípios que são partilhados por um grupo em um dado momento histórico e que norteiam o nosso comportamento, até entrarem em crise, porque não nos satisfazem mais, não dão mais conta dos problemas que temos de solucionar. (MANTOAN, 2003, p.11)

Essa concepção começa a mudar um pouco logo após o fim da segunda Guerra mundial, em que a sociedade europeia muito fragilizada e buscando meios de sobrevivência, precisou recorrer à ajuda financeira dos soldados mutilados pela guerra.  Isso levou a Europa a rever seus conceitos sobre exclusão passando a ver as pessoas portadoras de deficiência como efetivas contribuintes para a sociedade.

Na idade média a deficiência começou a ser vista como fenômeno espiritual, A visão social era de que os portadores de deficiência estavam predestinados a viver assim, ou receberam um castigo de Deus, ou ainda estavam possuídos pelo demônio.

O primeiro modelo de inclusão social só despontou no século XX, quando começaram a surgir instituições especializadas para esse fim, e de lá para cá tivemos muitos avanços ao que diz respeito ao tema. Avanços esses que garantem direitos de igualdade e inclusão na sociedade.

O período em que se estabelecem as novas bases teóricas suscitadas pela mudança de paradigmas é bastante difícil, pois caem por terra os fundamentos sobre os quais a ciência se assentava, sem que se finquem de todo os pilares que a sustentarão daí por diante. Sendo ou não uma mudança radical, toda crise de paradigma é cercada de muita incerteza, de insegurança, mas também de muita liberdade e de ousadia para buscar outras alternativas, outras formas de interpretação e de conhecimento que nos sustente e nos norteie para realizar a mudança. (MANTOAN, 2003, p.11)

Apesar de todas as mudanças, ficaram enraizados na sociedade moderna resquícios da concepção antiga de deficiência. Embora, havendo leis favoráveis e direitos garantidos, o portador de deficiência, ainda é visto como “doente” e “coitadinho”. Uma visão deturpada e estigmatizada que se faz presente em nosso meio.   Prevalece ainda hoje, o que chamamos de modelo médico da deficiência, que vê no portador de necessidades especiais como alguém fragilizado, incapaz, acometido por uma doença. O modelo real, que pretendemos para uma sociedade do século XXI e do qual ainda estamos muito longe, é o modelo Social que entende que todos somos diferentes e que essas diferenças precisam ser respeitadas.

2.1 A perspectiva inclusiva nas escolas

A ruptura desses paradigmas se faz ainda mais necessária quando o assunto é educação. No Brasil, a educação especial sempre se pautou em modelos assistencialistas. Foi somente em 1988, com a chamada Constituição Federal, que surgiram avanços significativos no campo educacional para pessoas com e sem deficiência.

A Constituição Federal institui a educação como direito de todos sem exceção. Garante também igualdade de condições de acesso e permanência na escola e assegura Atendimento Educacional Especializado aos portadores de deficiência preferencialmente no ensino regular.

Mais adiante, A Lei 9394/96 – LDBEN, sem ferir o que regia a Constituição, apresenta uma nova interpretação para os termos “educação especial” e “Atendimento Educacional Especializado”.

A Educação Especial em sua nova roupagem tem uma perspectiva mais inclusiva e complementa as etapas da educação básica e superior. Ao passo que, Atendimento Educacional Especializado refere-se ao atendimento especializado de alunos portadores de necessidades educativas especiais no contraturno, ou seja, fora do horário normal de aulas. Sendo uma o complemento da outra.

A ESCOLA QUE TEMOS

 

No sistema de ensino brasileiro, o que predomina é o modelo médico da deficiência, onde o aluno é visto num contexto estigmatizado. Quando entramos em uma escola, seja ela pública ou particular, lamentavelmente, nos deparamos com uma divisão inglória: “Normais” e “Anormais”. E falas comuns de educadores e gestores: “Esse aluno tem problema”, “Ele não aprende”, “Com este nem precisa insistir”, “Esse caso é complicado”. E dentro de falas tão corriqueiras, nos acovardamos, dando crédito ao que ouvimos e colaborando sem perceber para não inclusão.

Atribuir a certos alunos identidades que os mantém nos grupos de excluídos: dos alunos especiais, com necessidades educacionais especiais, portadores de deficiências, com problemas de aprendizagem e outros tais é tudo o que a inclusão não admite. E é incabível fixar em outros, uma identidade normal, que não só justifica a exclusão dos demais, como igualmente determina alguns privilegiados. (MANTOAN, 2013.)

 

 

A inclusão escolar deveria ocorrer de forma natural, simples, agradável, Porém, os estigmas mais remotos ainda persistem em rodear-nos e ou pecamos por falta ou por excesso. Ou deixamos o aluno portador de necessidades educativas especiais de lado, ou o elevamos por demasiado esquecendo-nos de todos os demais envolvidos no processo ensino aprendizagem.

Mantoan (2013), afirma que o educar segundo perspectivas inclusivas, “destaca-se pelo rompimento das fronteiras entre as disciplinas curriculares e a formação de redes de conhecimento e de significações”.

O ensino inclusivo se propõe a explorar talentos, atualizar possibilidades, desenvolver predisposições naturais de cada aluno. As dificuldades e limitações dos alunos devem ser reconhecidas, assim como suas possibilidades. O cuidado nesse sentido é para não se diferenciar o ensino para alguns alunos, conduzindo de fora um processo que é pessoal e intransferível – a aprendizagem. Também não cabem no ensino inclusivo: restringir objetivos educacionais; adaptar currículos e – como comumente tem acontecido- ; facilitar as práticas pedagógicas para alguns alunos, para evitar a exclusão nos ambientes escolares comuns. Não há o que mais contradiga o ensino escolar inclusivo do que os procedimentos pedagógicos citados, pois configuram uma diferenciação que exclui o aluno, mesmo que ele esteja inserido em uma turma de ensino regular. E poucos educadores conseguiram notar esse paradoxo, ainda. (MANTOAN, 2013, p.105)

A escola que temos, infelizmente é aquela que se viu na “obrigação” legal de acolher todos os alunos, de ser inclusiva, porém não sabe ainda lidar com a diversidade. Deixa-se levar, ou seja, tem a ideia de educação inclusiva documentada em papel, mas não tem noção de como lidar com ela na prática.

Ao passo que nos defrontamos todos os dias com o grande desafio chamado inclusão. Temos muitos alunos inseridos e poucos incluídos, Muitas matrículas e um restrito sentimento de pertença. Tudo isso é compreensível, afinal, não podemos delegar uma função dessas apenas à escola, sabemos das dificuldades enfrentadas: Professores mal remunerados, espaços físicos precários, falta de recursos, verbas que não chegam, avaliações negativas, falta de mão de obra, pouca infraestrura entre outros. Esses e muitos outros problemas enfrentados dentro do espaço escolar só corroboram para que a inclusão não aconteça de fato.

Não há culpados, bem sabemos, mas há responsáveis. E todos nós envolvidos neste processo de ensino, devemos nos responsabilizar e repensar nossas práticas para mudar esse quadro. Fazer valer uma educação de qualidade para todos, porque só uma escola acessível já não é suficiente.

As condições de que dispomos, hoje, para trans-for-mar a escola nos autorizam a propor uma escola única e para todos, em que a cooperação substituirá a competição, pois o que se pretende é que as diferenças se articulem e se componham e que os talentos de cada um sobressaiam. (MANTOAN, 2003, p.29).

É Inegável a urgência de mudança, pois o ensino brasileiro é discriminatório e pautado em um modelo elitista que se preocupa apenas com cognitivo. Esse modelo educacional preza pelo conteúdo, padroniza o ensino e o divide entre os que “aprendem e não aprendem”, buscando atender um aluno idealizado.

Essa homogeneização torna árduo o caminho, é como uma pedra na estrada da porta da inclusão. Se não nos esforçarmos para removê-la ela ficará lá para sempre impedindo-nos de ir além. Mas se ao contrário a lascarmos cada dia, unindo forças, chamando outros, mudando formas, um dia ela cairá. E quando ela cair o sol da inclusão estará a nossa espera e a escola que temos se tornará em fim na escola que queremos.

 

3  A ESCOLA QUE QUEREMOS

A educação inclusiva precisa ser vista por outro viés, precisa ser repensada, arquitetada. A escola que queremos é aquela que podemos chamar de nossa, que se assemelha com a nossa casa quando o assunto é acolhimento, que combate toda e qualquer realidade discriminatória. Não é uma escola que se preocupa apenas com conteúdos, em contrapartida, é a que tem como pilar fundamental o ensino, para muito além de seus muros e portões, um aprendizado que rompe fronteiras, barreiras e que joga por terra paradigmas que antes eram vistos como verdades irrevogáveis.

Bem se sabe que o problema maior não é da escola em si, mas do sistema de ensino. “A inclusão escolar pegou as escolas de calças curtas” (Mantoan, 2003). O fato é que as instituições não foram preparadas para lidar com a inclusão, não tiveram reformados seus espaços físicos para dar acesso necessário a todos, os professores não buscaram por formações, e tudo foi acontecendo tão rapidamente que quando se parou para pensar em práticas inclusivas elas já estavam gritando por mudanças.

A escola tão sonhada, desejada e quista é a que dá oportunidades, que ampara, socializa, que rompe com padrões e modelos, que vê como belo o diferente, que ouve, que entende, que não padroniza, nem segrega, que conscientiza, que forma, que instrui.

Definimos um ensino de qualidade a partir de condições de trabalho pedagógico que implicam a formação de redes de saberes e de relações e se enredam por caminhos imprevisíveis para chegar ao conhecimento. Entendemos que existe ensino de qualidade quando as ações educativas se pautam por solidariedade, cooperação, compartilhamento do processo educativo com todos os que estão direta ou indiretamente nele envolvidos. Em suas práticas predominam a experimentação, a criação, a descoberta, a co-autoria do conhecimento. (MANTOAN, 2013, p.104)

Partindo deste pressuposto, podemos dizer que o aprendizado em escolas assim se dá de forma ampla, não sistematizada, natural. Ele envolve os alunos, os chamam para convivência e mostra o quanto são capazes de aprenderem e ensinarem.

A escola que queremos não está muito longe, se pararmos pra pensar no quanto já se evoluiu, se pesarmos na balança toda a trajetória até aqui. A escola de qualidade é um sonho possível, ela visa contemplar e beneficiar não só seus alunos e professores, mas toda uma sociedade.

Em uma palavra, as escolas de qualidade são espaços educativos de construção de personalidades humanas emancipadas, críticas, nos quais as crianças aprendem a ser pessoas. Nesses ambientes educativos ensinam-se os alunos a valorizar e a questionar a diferença, pela convivência com seus pares, pelo exemplo dos professores, pelo ensino ministrado nas salas de aula, pelo clima afetivo das relações estabelecidas em toda a comunidade escolar – solidário, participativo, sem tensões competitivas. Escolas assim concebidas não excluem nenhum aluno de suas salas de aulas, de seus programas, de certas disciplinas, das atividades e do convívio escolar mais amplo. Elas constituem contextos educacionais em que todos os alunos têm, de fato, oportunidades de aprender, frequentando uma mesma e única turma.  (MANTOAN, 2013, p.104)

A inclusão neste espaço educativo se dá por completo e nos leva a compreender a necessidade urgente de educar para a diversidade.

A escola que buscamos é aquela que valoriza a identidade do individuo que o faz sentir se bem. Na maioria das vezes dentro dos diversos espaços escolares classificamos os indivíduos pela deficiência, nos esquecendo de que precisamos olhar para além dela, ver com um olhar mais humanizado enxergar a alma o ser.

Em tempos de descarte e de poucos olhares a escola que queremos pode parecer utopia, nos remetendo a fantásticos e imaginários contos de fada. Muitos vão dizer ser apenas sonho de idealizadores. Mas é preciso acreditar que ela pode existir e que não é um sonho impossível, ou algo inimaginável.

A escola que queremos está muito próxima de nós, bastam alguns passos, algumas mudanças, uma atitude, um olhar diferenciado, um pouco de formação, novas práxis, paciência talvez, desenvoltura, luta, fé. E um ingrediente extremamente importante sem o qual nada valerá a pena: ESPERANÇA. Esperança que tudo dará certo, que nada é por acaso, que podemos fazer a diferença, que tudo muda a todo instante, que esse espaço educativo e inclusivo em todos os sentidos, vai acontecer, afinal, sonhos podem se tornar realidade.

 

 

4  CONCLUSÃO

O intuito do presente artigo foi o de refletir sobre as práticas inclusivas escolares, o que temos de real e concreto e o ponto ao qual queremos atingir.

Diante de tantas dificuldades enfrentadas dentro do ambiente escolar tornam se quase impossíveis práticas efetivas de inclusão. Diante disto, constantemente nos perguntamos: estamos incluindo de fato? Ou apenas inserindo?

Essas e outras perguntas relativas ao tema inclusão foram respondidas ao longo deste artigo, levando se em consideração a escola que temos hoje, baseada ainda em modelos estigmatizados de educação e escola que queremos construir, pautada em práticas inclusivas, reflexiva e aberta a todos, sem exceção.

A escola que queremos não é um sonho distante de nós, é possível ser construída, basta levarmos em conta a modelo Social, que vê todo indivíduo como ser único e com particularidades, que busca a valorização das identidades e preza pelo respeito ás diferenças.

O estudo realizado trouxe à tona perspectivas antigas de deficiência e teve o intuito de mostrar o quanto essas perspectivas ainda causam impactos na educação contemporânea.

Buscou-se ao decorrer deste trabalho confrontar a realidade vivida nas escolas de hoje, nas quais infelizmente temos muitos alunos inseridos e poucos alunos incluídos.  Ao longo deste, foi feita uma reflexão sobre a necessidade urgente de uma educação inclusiva que contemple não só alunos com deficiência, mas, todos. Porque incluir é isso, é levar em conta as necessidades da cada um, as dificuldades físicas, motoras, sociais, morais, psicológicas etc. Incluir é ver além das aparências, é enxergar com os olhos da alma e do coração. Incluir não é ter pena, ser superprotetor, exigir menos, deixar de lado, fingir que não viu. Incluir é se colocar no lugar do outro é reconhecê-lo como alguém capaz, é compreender que apesar das diferenças somos todos iguais em direitos e deveres. Incluir é respeitar, é desejar o bem, é saber conviver, é querer conviver. Se dentro de um ambiente educativo existe um grupo e alguém que não faz parte dele, não temos inclusão, se entramos em uma sala em que todos estão reunidos realizando um trabalho e no fundo dela tem alguém que só observa, não temos inclusão. O objetivo real da inclusão escolar é criar um ambiente em que todos participam, não há barreiras para a aprendizagem, há oportunidades iguais para todos, não há grupos isolados porque apesar de existir diferentes não há diferenças. Todo estudo realizado proporcionou uma reflexão clara sobre a escola que temos e a que queremos. Estamos a caminho desta escola, vamos devagar, com a certeza de que teremos orgulho de fazer parte de tantas mudanças.

 

REFERÊNCIAS

 

FREITAS, Maria Nivalda Carvalho. Concepções de Deficiência: da Grécia Antiga aos dias de hoje. 10/06/2011. Disponível em: http://www.bengalalegal.com/concepcoes. Acesso em 23 set. 2016.

MANTOAN, Maria Tereza Eglér. Inclusão escolar O que é? Por quê? Como fazer? .  São Paulo: Moderna, 2003.

MANTOAN, Maria Tereza Eglér. O direito de ser, sendo diferente na escola. 2004. 22 f. III Seminário Internacional. Sociedade Inclusiva. Ações de Sucesso – Universidade estadual de Campinas (UNICAMP), Campinas, 2004. Disponível em: http://proex.pucminas.br/sociedadeinclusiva/sem3/maria_teresa_egler_mantoan.pdf. Acesso em: 25 set. 2016.

MANTOAN, Maria Tereza Eglér. Para uma escola do século XXI. São Paulo: Editora, 2003.

MANTOAN, Maria Tereza Eglér. Sobre identidade e diferenças nas escolas. Disponível em: http://extensao.cecierj.edu.br/material_didatico/edespecial/mod1/etapa1/SobreIdentidadeEDiferencasNasEscolas.pdf. Acesso em: 22 set. 2016.

MEC. Educar na diversidade. Material de formação docente, Mec. 2005. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/educarnadiversidade.pdf. Acesso em: 21 set. 2016.

MEC. Experiências Educacionais Inclusivas. Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade, Mec. 2006. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/experienciaseducacionaisinclusivas.pdf. Acesso em: 20 set. 2016.

 

 

 

 

 

 

Andreia Aparecida Rodrigues Oliveira



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